quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Os Riscos na Internet - Palestra para Jovens entre 10 e 16 anos

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domingo, 26 de fevereiro de 2012

TUTORIA ON LINE - REDE DE COLABORAÇÃO

O grande diferencial entre a educação que tivemos e a que temos agora, metodológica e didaticamente falando, consiste na forma relacional de como o ensino e a aprendizagem nos foi repassado, e de como é possibilitado atualmente, com as novas praticas educativas colaborativas, no qual, o conhecimento é construído e ampliado de acordo com os níveis de interatividade e colaboração entre os alunos cursistas e os professores tutores.
Neste sentido, o tutor é o grande mediador do conhecimento, é aquele que proporciona um ambiente propicio para reflexões, avaliações e reavaliações levando-se em consideração todos os quesitos e requisitos das interações realizadas no ambiente do curso com vistas à construção do conhecimento. Tendo o cuidado de observar as especificidades de cada cursista, já que se trata de pessoas com todas as suas peculiaridades, precisando então, que tenhamos a sensibilidade para a introjeção de atitudes de respeito às individualidades e as totalidades surgidas no cotidiano da EAD.
Reflexão surgida no curso EAD de Tutoria On Line pelo NTE

terça-feira, 17 de maio de 2011

PROPOSTA DO PROJETO - PITEC

1. Identificação
Nome das cursistas: RILDE DA SILVA GUIMARÃES E JOAQUINA DA SILVA COSTA
E-mail rildeguimaraes2@gmail.com e joaquina86@gmail.com
Blog rildeguimaraes.blogspot.com e joaquina86.blogspot.com
Nome da Escola: E.E Profº Antonio F. da Silva Local: Macapá/Amapá
Série: 3ª, 4ª Série e 5ª, 6ª Série Número de alunos: 65 alunos
Professores envolvidos: Professores das turmas, Professores do LIED e TV Escola.

2. Problemática a ser estudada / Definição do Tema
Considerando que a comunidade onde a escola está inserida em sua grande maioria são afro descendentes e que nem por isso os alunos estão isentos de preconceito racial, sentimos a necessidade de trabalharmos com a desconstrução das visões estereotipadas que os alunos da escola tem sobre o negro e a sua história.

3. Justificativa
O tema Africanidades faz parte da vida dos alunos, mas nem sempre é visto com bons olhos, pois sabemos que a visão que se tem do negro e sua historia sempre foi de desvalorização, como se os mesmos não fossem sujeitos construtores de história, dessa forma, é necessário que, a instituição educacional proporcione aos alunos um ambiente de aprendizagem investigativo e reflexivo, que desmistifique estas visões negativas.

4. Objetivo (s)
 Identificar o negro como sujeito da sua história
 Tratar positivamente a diversidade racial, visualizando as verdadeiras contribuições do povo africano para o Brasil e para o Amapá.
 Promover a desconstrução das visões estereotipadas sobre o negro

5. Conteúdos
 Códigos lingüísticos Africanos trazidos e inseridos na cultura brasileira, miscigenação lingüística.
 O negro e a historia do Brasil, a historia do negro no Amapá, a história da África.
 A ocupação territorial dos negros nos quilombos.
 Saúde e Alimentação (Culinária Brasileira).
 Instrumentos Musicais, danças e músicas.

6. Disciplinas envolvidas
Língua Portuguesa, Artes, Historia, Geografia, Ciências e Tecnologias

7. Metodologia / Procedimentos / Cronograma
Apresentar textos sobre a temática para serem discutidos em sala de aula.
Uso de vídeo com filme retratando a África e o negro no Brasil, e documentário do Marabaixo no Amapá.
Pesquisas na internet sobre o tema (através da distribuição de tarefas, focaremos as pesquisas sobre a culinária brasileira, as danças e os instrumentos musicais trazidos pelos negros para o Brasil, o vestuário, os costumes, crenças e códigos lingüísticos), relacionando-os aos costumes locais.
Em cada fase do Projeto, fotografar, produzir textos e vídeos para postar no Blog.

8. Recursos a serem utilizados (tecnológicos ou não)
Textos diversos, Celular, DVD, Televisor, Computador, Blog.

9. Registro do processo
Será postado no Blog.

10. Avaliação e Resultados esperados
No decorrer do Projeto através da realização das atividades e apresentação das pesquisas, observando a participação dos alunos, criatividade, análise, interpretação, construção e inferência dos conhecimentos estudados.

11. Divulgação / Socialização do Projeto realizado
Acontecerá no Blog e através de evento de culminância com apresentação das pesquisas com fotos e vídeos.

12. Referências Bibliográficas
Revista ÁFRICA, www.revistaoline.com.br,
http://www.africanaescola.com.br
CANEN, A. (2000), Educação Multicultural, Identidade Nacional e Pluralidade Cultural: tensões e implicações curriculares, Cadernos de Pesquisa, n. 111, pp. 135 - 150.

terça-feira, 26 de abril de 2011

PROJETO: POESIA NA ESCOLA

ESCOLA ESTADUAL PROFº ANTONIO FIGUEIREDO DA SILVA
PROFESSORES:
Aerson da Silva Oliveira
Eliane Cristina Nogueira da Silva
Fermina do Socorro dos Santos Brito
Josiane Antônia Tavares Gomes
Luciete Chagas Brito
Rilde da Silva Guimarães

PÚBLICO ALVO: Alunos do 1º e 2ºAno e de 2ª à 4ª Série do Ensino Fundamental
DURAÇÃO: 05 dias letivos

JUSTIFICATIVA: A poesia nos transporta para um mundo fascinante e encantador, além de estimular a leitura, a escrita e a interpretação. Por esses motivos os professores do 1º e 2ºano e de 2ª à 4ª Série desta Instituição Educacional elaboraram esse Projeto de grande importância cultural e significante para a vida escolar e social dos educandos, possibilitando aos mesmos vivenciar o valor do seu próprio eu, o sentir e o criar. E por si faz-se necessário enfocar temas relacionados a este contexto cultural.

OBJETIVO GERAL: Proporcionar o contato do aluno com as diversidades de poesias e autores brasileiros.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
 Ampliar o vocabulário;
 Conhecer as variações de poesias;
 Estimular o interesse pela leitura;
 Produzir poemas com ou sem rimas;
 Desenvolver a criatividade;
 Declamar poemas;

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: O referido projeto teve como fontes de pesquisas livros literários de autores brasileiros, como Cecília Meireles, Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes, Mario Quintana entre outros. Também baseou-se no conhecimento empírico dos alunos e professores.

DESENVOLVIMENTO: O Projeto será realizado na área interna da escola, incluindo o corpo docente e discente da Instituição de Ensino, tendo como atividades: dramatizações, sarau, leituras, pesquisas, painel e músicas. As tarefas serão individuais e coletivas.

ATIVIDADES PROPOSTAS:
 Pesquisar poemas na internet e em livros literários;
 Trazer para a sala de aula as variações de poesias, facilitando o contato do aluno e estimulando a leitura de algumas obras.
 Leituras de poemas pelos alunos e professores.
 Criação de poemas pelos alunos e publicação no Blog da escola.
 Jogral;
 Declamação de poemas(sarau);
 Cineminha(dramatizações);
 Cantigas de músicas poéticas;

RECURSOS MATERIAIS:
 Livros literários; papel A4; lápis de cor;
 Pincel; tinta guache; TNT; EVA;
 Papel laminado; palitos de churrasco;
 Barbante; micro-systen;
 Cola; tesoura; papel 40 Kg;
 Papelão; cartolina;

REFERÊNCIAS:

CUNHA, Léo. Profissinhos: Um guia poético/Léo Cunha. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2006.

DIAS, Gonçalves. Poesia sempre; Organização Maria Amélia Melo. Rio de Janeiro:J. Olímpio, 2003.

PARA GOSTAR DE LER- 9ª Ed. Volume 6. São Paulo: Editora Ática, 1993. Vários autores

PÉ DE POESIA. São Paulo:Global, 2002. Vários autores

LISBOA, Henriqueta. Palavra de Poeta: Poesia. São Paulo: Ática, 2001

TEMPO DE POESIA-1ª Ed. São Paulo: Ática, 2001.

http://www.pensador.info/poemas_vinicius_de_moraes



POESIAS CONSTRUÍDAS PELOS ALUNOS


VILA DE SÃO TIAGO
Autores: André Coutinho e Glenda Vitória

Minha comunidade tem bacaba e açaí
onde canta o aracuam.
As aves que voam como o bem-te-vi
Encontramos também maracanam

Nosso mundo tem animal
Selvagem, como a onça pintada.
São Tiago é muito ideal
São Tiago é muito educada.


OS POETAS EM AÇÃO
Autores: Gabriel, Ellem, João, Eduardo, Erika, Izael

Os poetas são alegres e felizes Moram no Torrão do Matapi.
São estudantes incríveis
Eles pescam matupiri

Nosso batedor de campa faleceu
Nos deixou lembranças,
Sua esposa sofreu.
Seu Vilmar deixou esperanç


AREAL DO MEU CORAÇÃO
Autores: Amanda e Iago

O lugar onde moro é legal,
Tomamos banho no rio Matapi,
Esse lugar é o Areal,
Nós cozinhamos tucupi.

Lá no Areal jogamos futebol,
A brincadeira é divertida,
Nós fazemos gol,
E temos a nossa torcida.

escolaantoniofigueiredo.blogspot.com

segunda-feira, 18 de abril de 2011

PROINFO INTEGRADO

Bem-vindo ao Curso Elaboração de Projetos! O Curso tem como objetivo propiciar aos multiplicadores do ProInfo, gestores e professores de escolas o aprofundamento teórico sobre o conceito de projeto e suas especificidades no contexto escolar, bem como a articulação das práticas pedagógicas baseadas em projetos de trabalho com aspectos relacionados ao currículo e à convergência de mídias e tecnologias de educação existentes na escola. A estrutura curricular do curso de 40h, com duração de oito semanas, apresenta-se constituída em três eixos conceituais – Projeto, Currículo e Tecnologias –, que se integram com a prática pedagógica durante a realização das atividades propostas ao longo do curso.
Como parte do material do Curso, preparamos esse CD-ROM com todo seu conteúdo. Assim, será possível acessá-lo mesmo sem conexão à Internet. Além disso, você também poderá assistir aos vídeos e imprimir uma coletânea de materiais que disponibilizamos em APOIO – Material de apoio.
Lembramos que seu formador estará sempre à disposição para tirar suas dúvidas.Para começar a navegar, basta selecionar nos botões ao lado, a área que deseja explorar.
Bom curso!
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETATIA DE EDUCAÇÃO Á DISTÂNCIA

Curso Eproinfo lll - Elaboração de Projetos

Nesta manhã de segunda-feira estamos iniciando o Curso Eproinfo III- Elaboração de Projetos com o Professor Formador Antonio Rangel Costa.
O período do curso será de 08 semanas (18.04 a 18.04.2011), com carga horária de 20h.

domingo, 15 de agosto de 2010

Educação Inclusiva

UAB/UFRGS/NIEE
CURSO: Tecnologias de Informação e Comunicação Acessíveis
CURSISTAS: Eliel Cleberson da Silva Nery e Rilde da Silva Guimarães

I - Inclusão: idéias atuais
Ao longo dos tempos as classes populares travaram lutas pelo oferecimento da educação/escola gratuita e laica, preconizadas a partir da nova república, da instituição da constituição de 1988 e da LDB 9394/96. Essas premissas estabeleceram a obrigatoriedade do Estado maior na organização educacional brasileira e da contemplação das reais necessidades dos indivíduos na escola. Esse trabalho pretende uma retomada sobre a questão da inclusão a partir do documento “política nacional para educação especial na perspectiva da educação inclusiva” fornecendo conhecimentos primeiros que alavancarão o entendimento a respeito da inclusão no âmbito local.
Ao passo que as conquistas populares foram se efetivando surgem novas necessidades, novos indivíduos que necessariamente deveriam gozar dos mesmos direitos de atendimento educacional. Nesse contexto percorremos historicamente na educação especial, inicialmente com a criação de escolas especiais até as atuais propostas educacionais inclusivas. Mas o que vem ser a educação inclusiva? Quais as principais idéias e propostas desencadeadas pela política nacional para educação especial na perspectiva inclusiva? Qual a realidade “inclusiva” de nossas instituições?
O século XX inaugurou uma nova mentalidade quanto ao trato com os “portadores de deficiências”, permitindo a passagem de atitudes de extermínio (como na antiguidade), segregação (como ocorrida em parte da idade média), da integração à inclusão, devida o avanço da ciência permitindo conhecer mais sobre o corpo humano e da psicologia que objetivara o conhecimento do funcionamento da mente humana, inclusive propondo a substituição (mediante as experimentações) de nomenclaturas míticas como da doença mental pela deficiência mental. Historicamente surgiram principalmente na Europa os movimentos sociais em favor dos prejudicados pelas guerras (amputados, por exemplo), resultado das lutas entre grandes potencias mundiais, e também de grupos marginalizados. Esses movimentos buscavam dar cidadania a grupos que sofriam discriminação racial, étnica, religiosa, e na tentativa de hastear a bandeira da igualdade e da fraternidade, lema da contemporânea revolução francesa.
Outra bandeira importante surge com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, importante instrumento para dar corpo às lutas por igualdade e respeito ao homem, surge então uma preocupação propriamente legal em relação às pessoas com deficiência e após um precedente de descaso e exclusão (extermínio, abandono, segregação, etc.).

II - Educação especial e Educação inclusiva: que relação há?
A LDB 9394/96 define a educação especial como “a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais” e ainda define no Artigo 58, Inciso 2º que “o atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua INTEGRAÇÂO nas classes comuns do ensino regular”.
Analisando as proposições da Lei podemos inferir sobre educação especial, como complementação da proposta pedagógica em apoiar os alunos com necessidades especiais. Neste novo tempo essa prerrogativa assume uma nova nuance a do atendimento de pessoas que não tem necessariamente deficiências visíveis ou físicas, mas pessoas com déficit de aprendizagem é uma modalidade que enfoca uma educação humanitária (direitos fundamentais), baseada nos princípios de igualdade e da democracia, direitos conquistados sob duras penas.
Assim não é possível ver a educação especial apenas como uma alternativa de trazer à escola (ou outro ambiente) a criança/individuo com deficiência é possível vislumbrar grupos que durante muitas décadas foram oprimidos, indivíduos com altas habilidades, crianças expostas ao trabalho infantil, os meninos de rua. Dessa forma a educação especial se desdobra como uma possibilidade de prosseguimentos na vida acadêmica mediante acompanhamento especializado, possibilitando a inclusão de indivíduos antes marginalizados e discriminados.
Surge nesse contexto uma proposta de educação inclusiva, que se desvencilha dos modelos arcaicos de educação, que busca a contemplação das reais necessidades dos indivíduos. Não que a escola não o pudesse fazer, ela até tem a autoridade para isso, pois o Artigo 12 da LDBEN 9394/96 cita “os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica”, assim é de responsabilidades das unidades escolares a adequação a uma proposta de vertente inclusiva. Carvalho, citado por Bergamo (2009, p. 46) descreve que uma escola inclusiva:
“respeita as peculiaridades e/ou potencialidades de cada aluno, organiza o trabalho pedagógico centrado na aprendizagem do aluno, onde este é percebido como sujeito do processo e não mais como seu objeto e o professor torna-se mais consciente de seu compromisso político de equalizar oportunidades, na medida em que a igualdade de oportunidades envolve, também, a construção do conhecimento, igualmente fundamental na instrumentalização da cidadania”
Em suma a inclusão origina-se quando as instituições de ensino passam a identificar as necessidades de sua clientela, buscando um atendimento prioritário sobre estas necessidades, além do mais, essa atitude possibilita a superação dos modelos tradicionais atribuídos à educação especial ao longo dos tempos. A visão de que devemos ter de inclusão a partir das propostas atuais extrapolam a relação atribuída historicamente à educação especial e à própria educação, logo assume uma variabilidade de sentidos, de indivíduos (inclui-se aqui a diversidade) de atitudes pedagógicas e sociais.
Essas atitudes vislumbram principalmente de acordo com o documento a que fazemos referencia, a assunção de uma postura mais critica pela escola e pelos educadores (flexibilização curricular, ensino comprometido, etc.), isto é, a escola necessita transformar-se, adequar-se às necessidades de sua clientela, o atendimento de minorias étnicas, grupos marginalizados ou aqueles que apresentarem quaisquer “desvantagens”, além dos mais, possibilitar amplo acesso à escola é uma boa pista para as práticas inclusivas.
Entretanto parece haver uma incongruência entre o que tem se pensado como inclusão e como as instituições têm efetivado suas propostas, uma vez que temos esbarrado na falta de propostas nos currículos e projetos pedagógicos das instituições, a incapacidade de implementação das propostas das esferas públicas que tangem a qualificação dos professores e da estruturação física das escolas. Nesse sentido apontamos para a ausência de propostas inclusivas na maioria das escolas em nossa realidade, principalmente as das periferias do Estado, uma vez que nas escolas professores e gestores têm concebido a inclusão como estando estritamente ligada à educação especial, quando da ausência de alunos “deficientes” abandonam-se as propostas.

III - Principais idéias sobre Educação Inclusiva e a proposta educacional do Sistema Educacional do Amapá para pô-la em prática
Muitas discussões vêm acontecendo no âmbito educacional no que se refere à Inclusão escolar de PNES, na busca de valorizar e ampliar os seus direitos sociais evidenciados através de uma prática educativa pautada nas “diferenças” e no redimensionamento dos diferentes significados e sentidos da educação especial.
Neste sentido, algumas ações ainda que precárias, estão sendo desenvolvidas em nossas Instituições escolares no Estado do Amapá, dentre estas ações podemos citar as salas específicas para o ensino especial e formação para professores que atuam nesta área. Porém sabemos que estas ações por si só não significam uma inclusão educacional satisfatória e de sucesso, pois ainda temos uma precariedade no atendimento e nos recursos que não chega a todas as escolas e conseqüentemente aos alunos com necessidades especiais.
Na perspectiva das Políticas Nacionais da Educação Inclusiva, muitas Leis e Decretos regulamentam os Direitos das PNES ao acesso a escolarização nas turmas de ensino regular, garantindo a promoção das condições de acessibilidade e a organização do atendimento educacional especializado, continuidade de estudos e transversalidade da modalidade do ensino especial.
No entanto, implementar estas políticas requer ressignificação de conceitos e pré conceitos e a quebra dos paradigmas do significado de deficiência , promovendo uma mudança na prática educativa definindo estratégias e recursos que atendam as especificidades de cada aluno, promovendo a igualdade e a valorização das diferenças.

REFERÊNCIAS
MEC. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96.
BERGAMO, Regiane. Pesquisa e Prática Profissional: Educação Especial. Curitiba: IBPEX, 2009
MEC. Secretaria de Educação Especial. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Possíveis mudanças na educação com o uso do computador


A escola de hoje precisa rever e romper paradigmas com relação ao seu papel de provocador e formador de sujeitos críticos, autonômos e atuantes na sociedade em que vive, pois o que observamos é uma escola que distoa da sociedade, contradizendo o seu papel e andando na contra-mão das tecnólogias que fazem parte do dia-a-dia do cidadão contemporâneo.
É notório que as questões levantadas por DEMO quando se refere as crianças de hoje e o seu ingresso no mercado, “elas terão de usar computadores, e a escola não usa.” e VALENTE reafirma, observando que “ a criança vive em um mundo que se prepara para o século XXI e frequenta a escola do século XVIII” , refletindo bem o que acontece na maioria de nossas escolas.
Diante destas reflexões, entendemos que as mudanças só serão possíveis se houver:
-Um Projeto Educacional que busque incluir as tecnólogias dentro da sala de aula;
-Uma formação continuada para que os professores e gestores aprendam a importancia do computador como recurso educacional de construção, autonomia e autoria;
Sendo assim, podemos dizer que as mudanças não dependem só do professor, mas também do apoio técnico, pedagógico e administrativo; de constantes avaliações e reformulação da prática educacional, que implique em uma intervenção pedagógica que contribua para que o aluno, desenvolva as capacidades e competências de exigência do momento atual.
Nesta análise podemos observar que não é só o professor que deve ter a preocupação constante de atualizar-se, mas, a escola em todo o seu contexto seja curricular ou metodológico, necessitando de uma revisão crítica de sua “Proposta Pedagógica” e de sua atuação, possibilitando aprendizagens que sejam significativas e que favoreça o desenvolvimento integral do aluno nos aspectos: afetivo, cognitivo e social objetivando o sucesso do processo ensino-aprendizagem e a sua inserção e inclusão tecnólogica.
Fonte: http://www.nota10.com.br/
VALENTE, J.A-Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC- Guia do Cursista

quinta-feira, 4 de março de 2010

TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TIC'S

PROJETO DE AULA INTERDISCIPLINAR
E.E.Profº Antonio Figueiredo da Silva
PROFESSORA: Rilde da Silva Guimarães
TEMA: Saúde integral e drogas
DISCIPLINAS: Matemática, Língua Portuguesa, Ciências
ASSUNTOS: Noções de Estatística e probabilidade, Pesquisa e termos da Pesquisa estatística, Construção, leitura e Interpretação de gráficos; Produção textual; Saúde integral e drogas
OBJETIVOS:
Analisar estatisticamente, as razões que levam pessoas a usarem e abusarem das drogas; E quais motivos teriam para não o fazer, de acordo com a visão dos alunos?
Identificar através da pesquisa de dados estatísticos, o período de início do consumo, as causas, os efeitos e as conseqüências do uso do álcool na Comunidade do Torrão do Matapi;
Construir, ler e interpretar gráficos;
Produzir textos sobre a saúde integral e as drogas.

METODOLOGIA:
1.Aula explicativa sobre: os assuntos matemáticos que serão estudados, e as atividades práticas que serão desenvolvidas
2.Trazer panfletos e cartazes sobre drogas;
3.Utilizar o LIED:
Para a realização de pesquisas na internet, sobre o assunto: Drogas e a saúde integral do Jovem;
Escolher um texto, dentre os produzidos pelos alunos, publicar no blog da escola e pedir que os alunos acessem e comentem suas opiniões a respeito do assunto;
Construir gráficos;
4.Promover forum de discussões através do msn dos alunos sobre o uso e o abuso de drogas;
5.Investigar as opiniões dos alunos;
6.Utilizar os forúns da Comunidade “O jovem e as Drogas”no Orkut da Escola para que os alunos respondam as seguintes questões:
a) Razões que levam as pessoas a usarem drogas e quais motivos teriam para não o fazerem?
b) Conseqüências do uso do álcool na comunidade do Torrão do Matapi
7. Pesquisar na Comunidade local o que leva os jovens a usarem o álcool e a partir de qual idade inicia o seu consumo;
8. Fazer atividades em grupo, de construção, leitura e interpretação de gráficos dos dados pesquisados e apresentá-los aos colegas;
9. Fazer uma Produção textual que fale sobre como se proteger do uso indevido de drogas na escola e na comunidade utilizando como referência os dados estatísticos das pesquisas realizadas.

RECURSOS:
Panfletos, cartazes, Laboratório de informática, internet, Orkut, Msn, questionário, gráficos.

AVALIAÇÃO: A avaliação acontecerá através da realização de todas as atividades propostas.

BIBLIOGRAFIA:

Curso de Prevenção de drogas para educadores de escolas Públicas? Secretaria Nacional anti-drogas, Ministério da Educação, Brasília, 2008.

Dante, Luiz Roberto, Tudo é matemática: Ensino Fundamental-8ª Série, São Paulo,: Ática, 2005.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC. Guia do Cursista. Brasília: 2008.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

ENCONTRO PRESENCIAL/CURSO DE "TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO

Hoje, aconteceu o 2º encontro presencial da turma 3, com o Tutor-Profº Antônio Rangel do curso de 100/h, no NTE, que teve como objetivo:
Socializarmos nossas experiências;
Apresentação dos objetivos de aprendizagem da Unidade 2;
Explicações sobre as atividades que serão desenvolvidas na unidade 2;

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O SOFTWARE E SEUS APLICATIVOS

O software é a parte lógica do computador aquilo que não se pode tocar. São gerenciadores de recursos executáveis no hardware (parte física). Que tem como função o gerenciamento de processos e memória, sistema de arquivos, entrada e saída de dados.
Sem o software não rodaria nenhum programa no computador, porque ele é o sistema operacional que serve de base para os programas, existem dois tipos de software: básico e aplicativo.
O Software básico é o SO que serve de base para rodar todos os programas.
O Software aplicativo é baixado na internet ou vem em CDs de instalação quando compramos um computador.
Os sistemas operacionais Windows XP, Windows VISTA, Windows 98 e LINUX, representam atualmente os meios de interação mais utilizados da modernidade, pois através deles conseguimos interagir com o mundo recebendo e mandando informações, conhecimentos, e notícias, servindo de interface entre os internautas e a máquina.
Os softwares se apresentam de duas formas os livres e os privados. São considerados livres os que permitem o acesso sem custos de licenciamento, sendo o mais conhecido o LINUX. O Windows é o maior exemplo de software privado, sendo utilizado na maioria dos computadores.
Conhecer o SO e seus aplicativos é de suma importância para o professor que irá utilizar o computador como recurso pedagógico, pois seu uso requer planejamento e conhecimento dos programas que serão trabalhados com o aluno.
Portanto, todos os projetos educacionais que envolva o LIED, deverão conter em seu planejamento a parte de ambientação como primeira ação a ser trabalhada, apresentando os softwares, seus aplicativos e como utilizá-lo .